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Desânimo – Como Vencer o Cansaço, Sono, Preguiça, Tristeza

O desânimo pode estar aliado à preguiça, tristeza, cansaço físico, irritabilidade, dores no corpo, falta de concentração, sono e ser sinal de depressão. O desânimo no trabalho e na vida em geral podem causar abatimento, falta de motivação e produtividade, isolamento e irritabilidade.

O desânimo pode ser traduzido em cansaço físico e mental. Ele persiste mesmo depois de uma boa noite de sono ou de uma viagem tranquila. Ele pode causar vontade de se isolarbaixo rendimento escolar e no trabalho e depressão.

O que pode ser desânimo, cansaço, preguiça e muito sono?

O desânimo constante acompanhado de sono em excesso, vontade de dormir frequentemente, cansaço físico pode ser sinal de doenças, muitas vezes sérias, e outras condições, como:

  • Estresse;
  • Carência de vitaminas causada pela má alimentação;
  • Depressão: pode haver tristeza, vontade de chorar
  • Anemia: outros sintomas podem surgir, como perda de peso, perda de apetite e falta de ar;
  • Diabetes: seus sintomas iniciais incluem sede em excesso, urinar com frequência, perda ou ganho de peso sem explicação;
  • Apneia do sono: quando o paciente deixa de respirar por alguns segundos várias vezes durante a noite, comprometendo a qualidade do sono;
  • Fibromialgia: seus sintomas incluem corpo cansado de maneira crônica e sensibilidade aumentada para dor que causa falta de concentração;
  • Problemas no coração: comprometem toda a circulação, causando tontura, cansaço e fraqueza frequentes;
  • Distúrbios hormonais, como o hipotireoidismo.

Desânimo, cansaço físico, mental e irritabilidade




Quando o paciente chega ao seu limite físico e mental, a irritabilidade, o mau humor e o estresse se instalam, fazendo com que ele fique mais impaciente e tenha atitudes explosivas.

Isso acontece porque tanto a fadiga mental quanto a fadiga física fazem com que o paciente perca sua capacidade de lidar com as próprias emoções, com suas dores e com todos ao seu redor.

O esgotamento mental também pode causar os seguintes sintomas:

  • Ansiedade, tristeza e angústia;
  • Choro fácil e agressividade;
  • Falta de prazer ao fazer atividades que antes eram prazerosas;
  • Baixa imunidade;
  • Redução da libido;
  • Insônia ou excesso de sono e sono não reparador;
  • Problemas de memória e dificuldade para se concentrar;
  • Perda de habilidades e capacidades;
  • Palpitações e taquicardia;
  • Problemas estomacais, como dores no estômago, enjoos e gastrite.

O que fazer?

  • Conheça os próprios limites e saiba a hora de se retirar de locais e da presença de situações e pessoas que tiram você do sério;
  • Tenha mais paciência e tolerância em relação ao próximo;
  • Seja empático – saiba se colocar no lugar do outro;
  • Aprenda a lidar com a imperfeição e com o fato de que nem todos seguirão as suas ordens ou irão ceder às suas vontades;
  • Seja humilde e pedir ajuda quando necessário, reconhecendo as próprias incapacidades temporárias;
  • Cobre-se menos.

Como vencer o desânimo?

Um conjunto de medidas se faz necessário para vencer o desânimo e o primeiro passo a ser tomado é a autoanálise. Trabalhar a própria força de vontade para levantar e agir, além de mudar o estilo de vida, investindo em uma alimentação saudável e que forneça mais energia ao corpo é fundamental. Fazer terapia também é uma ótima maneira de cuidar da mente e combater o desânimo.

Você deve parar e pensar em tudo que pode estar sugando suas forças e sua vitalidade. Também deve se perguntar se não está cedendo fácil demais à preguiça, à falta de atitude. Não há outra solução a não ser reagir, buscar por ajuda, conversar com alguém de confiança sobre o que está acontecendo.

É preciso:

  • Motivar a si mesmo, pensar positivo e cumprir com as responsabilidades de maneira positiva;
  • Relaxar e fazer coisas prazerosas;
  • Lidar com o trabalho de maneira mais leve, aprendendo a gostar do que faz;
  • Beber muita água, se alimentar saudavelmente e praticar exercícios físicos regularmente;
  • Procurar ajuda de um psicólogo ou terapeuta se sentir necessidade.

Desânimo no trabalho – Síndrome de Burnout





Quando se fala em desânimo no trabalho, pensa-se logo em Síndrome de Burnout, caracterizada pelo esgotamento profissional, onde o paciente pode apresentar, no ambiente de trabalho, sintomas como:

  • Desinteresse e apatia;
  • Estresse;
  • Fadiga;
  • Dores de cabeça constantes;
  • Mal-estar geral;
  • Problemas gástricos;
  • Diminuição do rendimento;
  • Irritabilidade;
  • Falta de concentração;
  • Falta de autovalorização, perspectivas e expectativas sobre o futuro.

30% dos brasileiros que trabalham sofrem da Síndrome de Burnout, mas a maioria não admite por medo de perder o emprego. Dessa forma, o distanciamento aparente do trabalho é visto como relaxamento e não como um problema sério que precisa ser tratado.

Trabalhar fora da área de formação, executar atividades desgastantes e fazer o que não gosta são as principais causadoras do desânimo no trabalho e cruciais para o desenvolvimento da Síndrome de Burnout.

É por isso que é preciso estar atento aos primeiros sinais desse mal que pode chegar de repente e se instalar permanentemente. É muito importante procurar tratamento terapêutico com psicólogo ou psicanalista ao surgimento dos primeiros sintomas para que o problema não crie raízes.


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